Internet: Amiga ou
Inimiga?
Atualmente, um aglomerado
de informações têm
chegado nas casas da população
mundial. As pessoas tem sido agraciadas
(ou será atormentadas?) com
textos de todas as formas e desenhos
de todas as cores, mas, será
que elas estão “aproveitando”
toda essa “chance cultural”?
Pelo que tenho percebido, esse não
parece ser o maior dos problemas dentro
do assunto. O provável “Grande
Mau” presente nesse intercâmbio
de informações é,
talvez, o charlatanismo, que altera
a verdade e dá luz à
mentira. Muitas vezes também,
transformam esse tão poderoso
veículo de divulgação
em uma verdadeira arma de guerra,
com o propósito único
de denegrir a imagem de todos aqueles
que buscam fazer algum bem a uma sociedade
confusa e imutável a tanto
tempo.
Fazem de tudo e de todos
para bloquear a passagem de pessoas
que tentam mudanças, que desejam
um mundo diferente, novo e Livre.
Que pessoas são essas? Porque
querem um mundo tão abusivo
e desigual como o atual? É
porque isso favorece a eles, que controlam
as massas trabalhadoras e produtivas
que em verdade não são
mais que robôs de uma humanidade
“civilizada, moderna e capitalista”.
Como podem se dizer modernos se não
aceitam mudanças? É
justamente o contrário. Parecem
usar um brasão com a inscrição
“Semper Idem” (“Sempre
o Mesmo”), como foi feito pelo
ex-Secretário da Suprema Congregação
Sagrada da Cúria Romana e antigo
homem mais poderoso da Igreja Católica
(depois do Papa, é claro),
Alfredo Ottaviani, durante o Pontificado
do Papa Paulo VI (1963-1978).
Tudo o que ouvimos falar,
mesmo de “fontes confiáveis”,
deve ser encarado com uma devida precaução,
e fazer, logo que possível,
um profundo estudo e pesquisa sobre
o assunto, tomando sempre nossas próprias
conclusões.
Nesse ponto, a Internet
é uma Inimiga muito perigosa,
mas ela é mesmo como uma rede
que, jogada ao mar, traz tanto coisas
boas como ruins. Indubitavelmente
o signatário não assumirá
os danos e traumas gerados por tantas
alterações em importantes
textos.
O desperdício
causado por estas e outras situações
é intolerável.
Deveríamos aproveitar
esse galpão de informações
para causar uma massificação
cultural, gerando assim um grande
aprazimento e tornando o mundo atual
menos estrábico.
As medidas tomadas pelo
governo, muitas vezes estouvadas,
desconsideram o senso de possível
embalsamamento da sociedade humanizada,
caso o problema seja resolvido.
Devemos, portanto, escolher
muito bem o que lemos na Internet
(e fora dela), pois é tanta
informação, que muita
coisa pode estar totalmente alterada,
dando crédito a outras pessoas
ou coisa pior. Como dizia Raul Seixas
em sua famosa música “Como
Vovó Já Dizia”:
“É tanta coisa no menu,
que eu não sei o que comer”.